A crise como todos podemos ver esta se consolidando em toda estrutura econômica/social de nosso mundo globalizado. Pobre dos governantes que “pensam” estar lidando com pequenas “marolas” como é o caso de nossos governantes que até meados de Dezembro ultimo, tratavam essa Tsunami como algo que estamos preparados para enfrentá-la; enfrentar o que se nem ao certo sabemos o que estar por vir; preparados como? Se no decorrer do ano de 2008 foram criados 1.500.000 empregos e apenas em Dezembro de 2008 foram perdidos 600.000 postos de trabalhos.Infelizmente o futuro que esta por vir e o presente que hoje estamos vivendo, requer estratégias rápidas e precisas, tanto do governo como também dos empresários, não podemos ficar de braços cruzados aguardando soluções enquanto a inadimplência aumenta, os créditos ficam cada vez mais caros e restritos, postos de trabalhos e empresas vão sendo eliminados do mercado; precisamos nessa hora é de empreendedores ousados e preparados que mesmo minimizando suas margens de lucros, façam com que a “máquina” da economia não pare.Temos que ter a consciência que com a globalização a economia mundial esta estruturada como um edifício de apartamentos, independente do andar que estiver com problemas, todos os apartamentos desse edifício também sofreram com esse problema, independente se estão acima ou abaixo, e deverão juntos buscar uma solução. Entre outros profissionais, nessa hora, Administradores, Controlers, Contadores e Economistas, devem usar seus conhecimentos/ferramentas dando suporte a administração de suas empresas para que cada decisão seja mensurada e conduza a empresa para um caminho certeiro, retomando a estabilidade econômica que tanto buscamos.
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Primeiro Presidente Negro dos EUA
Depois de uma disputa eletrizante jamais vista nos Estados Unidos da América e no mundo, o candidato a presidência dos EUA Barack Obama é eleito com 51,8% dos votos contra 47,3% do candidato adversário.A festa em comemoração a vitória foi grande, com quase 66% dos eleitores tendo votado, não havia só um motivo para comemorar e sim vários motivos tanto pela mudança política quanto pela mudança histórica.“Foi uma longa campanha, mas, nesta noite, por causa do que nós fizemos neste dia, neste momento definidor, a mudança chegou à América”, disse Obama a mais de 200 mil apoiadores que acompanharam sua festa da vitória no Grant Park, em Chicago.A campanha não foi muito barata, tendo sido avaliada em média de 600 milhões de dólares, o que possibilitou Obama se projetar bem em todos os 50 estados. Obama assume a Casa Branca em 20 de janeiro fortalecido não apenas pela vitória esmagadora, mas pelo controle dos democratas no Congresso.“Se pessoas ainda têm dúvidas de que a América é o lugar onde as coisas são possíveis, que ainda acreditam que o sonhos dos nossos fundadores ainda estão vivos, se ainda questionam o poder da nossa democracia, esta noite é a sua resposta”, resumiu Obama. Agora basta esperar para ver se haverão reais mudanças, e se essas mudanças terão um bom impacto sobre as relações internacionais.
Ataques Terroristas aos EUA em 11 de setembro
Um poderoso e terrível ataque terrorista, ocorreu na manhã do dia 11 de Setembro de 2001 (exatamente às 8h48m e 9h03m locais), atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo, o World Trade Center, em Nova Iorque, que veio abaixo horas após ter sido parcialmente destruído por duas aeronaves comerciais Boeing 767, com um total de 157 passageiros a bordo. Eles haviam decolado de Boston (às 7h58m com 65 passageiros e às 7h59m com 92 passageiros e ambos com destino a Los Angeles).Logo em seguida outra aeronave Boeing 757 da American Airlines, que havia decolado às 8h10m do Aeroporto de Dulles em Washington, com destino a Los Angeles, com 64 ocupantes (58 passageiros, 4 comissários e 2 pilotos), atingia em cheio o prédio do Pentágono, destruindo parte do conjunto e matando muitos funcionários do governo federal americano (exatamente às 9h43m). Outra aeronave Boeing 757, que havia decolado do Aeroporto de Newark em Nova Iorque às 8h01m com destino a São Francisco, foi sequestrada e derrubada, às 10h10m, caindo em Shanksville, a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia, com 38 passageiros, 5 tripulantes e 2 pilotos (45 pessoas). No total foram quatro sequestros simultâneos, todos perfeitamente estudados e friamente consumados por terroristas árabes, provavelmente bancados pelo milionário saudita Osama Bin Laden, que hoje vive no Afeganistão e possui uma fortuna pessoal estimada de US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão se convertido à época).
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Globalização e Capitalismo
Duas palavras que chamaram a atenção de todos,principalmente políticos, administradores e economistas. Afirmam os estudiosos que a sinonímia de globalização está relacionada com as palavras totalizar e integralizar. Relaciona-se com o ato ou efeito de globalizar, já na economia política a globalização se investe numa espécie de mercado financeiro mundial criado a partir da união dos mercados de diferentes países e da quebra das fronteiras entre esses mercados. Pode ser o processo de percepção e aquisição mais sintético do que analítico, característico da estrutura mental ou psíquica da criança. Quem diria que essa sinonímia teria relação com a estrutura psíquica e mental da criança. A definição dada à globalização teve como semente frutificada em meados da década de 1980. A globalização veio para substituir os conceitos de internacionalização e transnacionalização. Na realidade a terminologia colocada à disposição dos países do primeiro não surtiu o efeito desejado. Ela já existia, mas a nominação não seria esta e segundo estudiosos ela já existia há tempos. É uma prática muito antiga. A humanidade desde os primórdios vem crescendo ou mesmo evoluindo, passando de uma pequena família para tribos, depois com a evolução as tribos forma transformadas em cidades-estados e nações. Pode-se afirmar que hoje com a quase independência de todos os povos do nosso planeta, chegamos a um fenômeno natural, denominado de “aldeia global”. O inicio da Revolução Industrial em sua primeira fase compreendeu todo o período que corresponde à metade do século XVIII. Bem como a primeira metade do século XIX. Desenvolvida com apoio no trabalho operário acompanhado de uma série de inovações tecnológicas implantadas na área industrial. O tear hidráulico, a máquina de fiar, a locomotiva a vapor, os transportes como o barco a vapor e a locomotiva a vapor foi o direcionamento a que se destinou.
Vieram às fábricas com intuito de substituir as máquinas artesanais com tecnologias capazes de produzir tecidos em quantidade bem maior em menor tempo e com maior qualidade. A indústria têxtil viria a ser o setor mais importante desse período. O capitalismo industrial tinha destinação como um regime econômico de sustentação da primeira fase da revolução Industrial, que começou no Reino Unido na segunda metade do século XVIII, como dissemos antes, marcada pela implantação de métodos e princípios que dinamizaram de forma especial o processo produtivo dos artigos manufaturados. Foi possível através da utilização de máquinas movidas a vapor, gerando pela queima do carvão mineral, a extenuante e grande fonte de energia da fase da Revolução Industrial. Falando-se em ideologia a fase da Revolução Industrial acima citada estava encravada nas convicções de uma doutrina liberal. O livre mercado era o ponto forte que deveria ser criado. Foi assim que os pensadores liberais propuseram a qualquer custo, a minimização da interferência do Estado na economia. Como toda proposta causa transformação tanto nas relações comerciais, como na divisãointernacional do trabalho. É nessa nuança que a globalização da economia se desenvolve. Em linhas gerais é criada uma relação de interdependências entre os centros industriais das grandes potências e os territórios que fornecem matéria prima, que na época tinham essa responsabilidade as colônias da Ásia, da África e das Américas. A teoria da “aldeia-global” vem de McLuhan que descreveu o efeito da rádio nos anos 20, ao trazer até nós um contato mais rápido e mais íntimo com os outros do que alguma vez acontecera antes. O termo Aldeia Global provavelmente deriva da obra de P. Wyndham Lewis, America and the Cosmic Mano, primeiro publicada em Inglaterra, em 1948, e no ano seguinte nos EUA. Nele Lewis escreve: “Os Estados Unidos são hoje uma designação errada. E dado que a soberania plural é – agora que o mundo se tornou uma grande aldeia global, com linhas de telefone estendidas de um extremo ao outro e o transporte aéreo é rápido e seguro, de qualquer forma, um pouco burlesca, a pluralidade tem implícita em si que pouco poderia ser aproveitado como um bom exemplo para o resto do mundo, pois os Estados Unidos tornaram-se a União Americana. “. Essas nuanças estão bem definidas na posição da globalização e no capitalismo, pois no frigir dos ovos um termo depende um do ouro. Segundo o que preceitua o site brasilescola os pros e contras se referem às seguintes informações: “A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo é o desemprego que, no Brasil, vem batendo um recorde atrás do outro. No caso brasileiro, a abertura foi ponto fundamental no combate à inflação e para a modernização da economia com a entrada de produtos importados, o consumidor foi beneficiado: podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade e essa oferta maior ampliou também a disponibilidade de produtos nacionais com preços menores e mais qualidade. É o que vemos em vários setores, como eletrodomésticos, carros,roupas, cosméticos e em serviços, como lavanderias, locadoras de vídeo e restaurantes. A opção de escolha que temos hoje é muito maior. Mas a necessidade de modernização e de aumento da competitividade das empresas produziu um efeito muito negativo, que foi o desemprego. Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas. O trabalhador perdeu espaço e esse é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão de obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos. A questão que se coloca nesses tempos é como identificar a aproveitar as oportunidades que estão surgindo de uma economia internacional cada vez mais integrada. Resolvemos inserir este pensamento, pois o Brasil foi mencionado e o que o sistema trouxe em benefício de nossa nação. Se houve benefício não teve grande impacto, visto que muitas improvisações tiveram que ser feitas e alguns empresários tiveram que faze das tripas corações para acompanhar o processo.
Vieram às fábricas com intuito de substituir as máquinas artesanais com tecnologias capazes de produzir tecidos em quantidade bem maior em menor tempo e com maior qualidade. A indústria têxtil viria a ser o setor mais importante desse período. O capitalismo industrial tinha destinação como um regime econômico de sustentação da primeira fase da revolução Industrial, que começou no Reino Unido na segunda metade do século XVIII, como dissemos antes, marcada pela implantação de métodos e princípios que dinamizaram de forma especial o processo produtivo dos artigos manufaturados. Foi possível através da utilização de máquinas movidas a vapor, gerando pela queima do carvão mineral, a extenuante e grande fonte de energia da fase da Revolução Industrial. Falando-se em ideologia a fase da Revolução Industrial acima citada estava encravada nas convicções de uma doutrina liberal. O livre mercado era o ponto forte que deveria ser criado. Foi assim que os pensadores liberais propuseram a qualquer custo, a minimização da interferência do Estado na economia. Como toda proposta causa transformação tanto nas relações comerciais, como na divisãointernacional do trabalho. É nessa nuança que a globalização da economia se desenvolve. Em linhas gerais é criada uma relação de interdependências entre os centros industriais das grandes potências e os territórios que fornecem matéria prima, que na época tinham essa responsabilidade as colônias da Ásia, da África e das Américas. A teoria da “aldeia-global” vem de McLuhan que descreveu o efeito da rádio nos anos 20, ao trazer até nós um contato mais rápido e mais íntimo com os outros do que alguma vez acontecera antes. O termo Aldeia Global provavelmente deriva da obra de P. Wyndham Lewis, America and the Cosmic Mano, primeiro publicada em Inglaterra, em 1948, e no ano seguinte nos EUA. Nele Lewis escreve: “Os Estados Unidos são hoje uma designação errada. E dado que a soberania plural é – agora que o mundo se tornou uma grande aldeia global, com linhas de telefone estendidas de um extremo ao outro e o transporte aéreo é rápido e seguro, de qualquer forma, um pouco burlesca, a pluralidade tem implícita em si que pouco poderia ser aproveitado como um bom exemplo para o resto do mundo, pois os Estados Unidos tornaram-se a União Americana. “. Essas nuanças estão bem definidas na posição da globalização e no capitalismo, pois no frigir dos ovos um termo depende um do ouro. Segundo o que preceitua o site brasilescola os pros e contras se referem às seguintes informações: “A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo é o desemprego que, no Brasil, vem batendo um recorde atrás do outro. No caso brasileiro, a abertura foi ponto fundamental no combate à inflação e para a modernização da economia com a entrada de produtos importados, o consumidor foi beneficiado: podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade e essa oferta maior ampliou também a disponibilidade de produtos nacionais com preços menores e mais qualidade. É o que vemos em vários setores, como eletrodomésticos, carros,roupas, cosméticos e em serviços, como lavanderias, locadoras de vídeo e restaurantes. A opção de escolha que temos hoje é muito maior. Mas a necessidade de modernização e de aumento da competitividade das empresas produziu um efeito muito negativo, que foi o desemprego. Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas. O trabalhador perdeu espaço e esse é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão de obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos. A questão que se coloca nesses tempos é como identificar a aproveitar as oportunidades que estão surgindo de uma economia internacional cada vez mais integrada. Resolvemos inserir este pensamento, pois o Brasil foi mencionado e o que o sistema trouxe em benefício de nossa nação. Se houve benefício não teve grande impacto, visto que muitas improvisações tiveram que ser feitas e alguns empresários tiveram que faze das tripas corações para acompanhar o processo.
Referências:
http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-globalizacao-mundializacao-do-capitalismo
http://www.brasilescola.com/geografia/globalizacao.htm
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