quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Canadá em 1960 a 1982

         O Canadá é um país multicultural, onde todas as culturas são consideradas igualmente importantes, e por consequência, valorizadas por igual. O governo adotou oficialmente a política de multiculturalismo em 1971.
              Devido ao seu passado colonial, a cultura do Canadá foi pesadamente influenciada pela cultura e tradições do Reino Unido e da França, bem como da Irlanda e aborígene. Dado sua proximidade com os Estados Unidos, a cultura do Canadá passou a ser pesadamente influenciada pela cultura americana a partir do século XIX. Apesar disto, a cultura canadense conseguiu desenvolver características próprias e únicas. Em muitos aspectos, uma cultura nacional mais robusta e distinta tem se desenvolvido em anos recentes, parcialmente por causa do nacionalismo cívico que se espalhou pelo país nos anos que antecederam o centenário do Canadá, em 1967, e também por causa dos incentivos do governo em estimular programas que suportem a cultura e a arte no país.
Os povos aborígenes que viviam no Canadá antes da chegada dos primeiros europeus construíram os primeiros pilares da história e cultura do Canadá. Cada nação aborígene possuía sua cultura, idioma e história. Muitas destas nações ainda existem no país. Eles pescavam, cultivavam e caçavam em todos os cantos do Canadá, e acreditavam muito na natureza, e que a existência deles (dos homens) dependia dela (da natureza). Hábeis costureiros, usavam plantas para fazer roupas e outros utensílios. Histórias passavam de geração a geração. Estes povos são a base da cultura do Canadá, e também os primeiros povos do país.
Em 1965, a folha do bordo vermelho foi oficialmente adotada na bandeira canadense, tornando-se um símbolo nacional. A folha do bordo aparece em emblemas nacionais tais como, na bandeira, no brasão de armas e nas moedas de um centavo de dólar canadense. As cores oficiais do país são branco e vermelho. O animal do Canadá é o castor, que simboliza o trabalho e a dedicação.
            Até a década de 1950, o Canadá era oficialmente — e comumente — chamado de Dominion of Canada (Domínio do Canadá). À medida que o Canadá adquiriu maior autoridade e autonomia política do Reino Unido, o governo federal passou a utilizar cada vez  mais somente Canada em documentos oficiais, em documentos governamentais e em tratados. Com o Canada Act de 1982, o nome oficial do país passou a ser simplesmente Canada, assim escrita nos dois idiomas oficiais do país, o inglês e o francês. Com o Canada Act, o dia da independência canadense, 1 de julho, mudou de nome, de Dominion Day para Canada Day.O Canadá é uma federação, uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar. O chefe de Estado do país é a Rainha Elisabeth II do Reino Unido. As tarefas do chefe de Estado são exercidas no Canadá por um representante, pelo governador-geral, que é geralmente um político aposentado ou um outro canadense prominente, escolhido pela rainha, através de um conselho do primeiro-ministro. Apesar de ser o chefe de Estado do país, nem o monarca britânico, nem o seu representante no Canadá, o governador-geral, possuem quaisquer poderes políticos no Canadá, embora muitas cerimônias, atos e debates das leis propostas e discutidas pelo Senado e pela Câmara dos Comuns precisem da aprovação simbólica do governador-geral. Este também abre e fecha sessões do parlamento — e dissolve o parlamento antes que uma eleição nacional seja realizada.
O governador-geral também aprova — simbolicamente — o líder de governo, o primeiro-ministro, este considerado por muitos também o chefe de Estado do país (dado o papel apenas simbólico da rainha Elisabeth II e seu representante no país). O primeiro-ministro do Canadá não é escolhido diretamente pela população, mas sim, é o líder do partido político que obtém mais votos e posições na Câmara dos Comuns. O primeiro-ministro, por sua vez, escolhe os membros do Gabinete, que são membros do partido político do primeiro-ministro, em ambas as câmaras legislativas. O poder executivo no país é exercido pelo primeiro-ministro e pelo gabinete.
O poder legislativo canadense é exercido pelo Parlamento, que é bicameral, compostos pela Câmara dos Comuns — cujos membros são diretamente escolhidos pela população — e pelo Senado, cujos membros são escolhidos pelo governador-geral, a conselho do Primeiro-Ministro do Canadá. Para que leis entrem em vigor no país, votos de ambas as câmaras são necessários, embora a Câmara dos Comuns, também chamada de Câmara Inferior, é sensivelmente mais poderosa do que o Senado, também chamado de Câmara Superior. Os membros da Câmara dos Comuns possuem mandatos que expiram em uma nova eleição — que acontece a cada quatro anos, podendo concorrer à reeleição quantas vezes quiserem. Já os membros do Senado são indicados pelo primeiro-ministro (e aprovados simbolicamente pelo governador-geral) regularmente, e atuam no Senado até completarem 75 anos de idade, ou até quando decidirem renunciar.

Referências:
www.thecanadianencyclopedia.com/
http://library.upei.ca/  
http://www.tighsolas.ca

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O ínicio da Guerra Fria e suas causas

Ao término da Segunda Guerra, os EUA eram o país mais rico do mundo, porém eles teriam que enfrentar um rival, ou seja, o segundo país mais rico do mundo: a URSS. Tanto os EUA (capitalista) como a URSS (socialista), tinham idéias contrárias para a reconstrução do equilíbrio mundial, foi então que começou uma grande rivalidade entre esses dois países. Quem era melhor? Esse conflito de interesses que assustou o mundo ficou conhecido como Guerra Fria. Tanto os EUA criticavam o socialismo quanto a URSS criticava o capitalismo.
Europa Ocidental, Canadá e Japão se aliaram aos EUA enquanto que a Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Bulgária, Albânia, parte da Alemanha e a China se uniram com a URSS.
Na década de 50 e 60 houve a chamada corrida armamentista. Quem seria capaz de produzir tecnologias bélicas mais modernas, EUA ou URSS? Mesmo assim, esses dois países jamais se enfrentaram com armas durante a Guerra Fria, embora apoiassem guerras entre países menores (cada superpotência apoiando um dos lados rivais), como por exemplo, na Guerra da Coréia entre 1950 e 1953.
Na tentativa de provar que o seu sistema era melhor do que o outro, cada lado fez as suas investidas, a URSS enviou um homem (Yuri Gagárin) ao espaço, enquanto os EUA enviaram Neil Armstrong à Lua.
Estas disputas continuavam para ver quem era o melhor, atingindo inclusive a área dos esportes. Nas Olimpíadas, por exemplo, os dois países lutavam para ver quem ganhava mais medalhas de ouro.
No final da Segunda Guerra, a Alemanha foi invadida por todos os lados; além de ter sido separada da Áustria, ficando assim dividida em dois países:
- Alemanha Ocidental (ou República Federal da Alemanha – RFA) – capitalista
- Alemanha Oriental (ou República Democrática Alemã – RDA) – governada pelos comunistas.
A antiga capital – Berlim, que se localizava no interior da Alemanha Oriental, também ficou dividida em dois:
- Berlim Oriental (tornou-se a capital da RDA)
- Berlim Ocidental (tornou-se uma ilha capitalista cercada de socialismo).
A briga continuava. Os EUA resolveram ajudar Berlim Ocidental a se reerguer e para isso investiram milhões de dólares na reconstrução da cidade, porém enquanto Berlim Ocidental se reerguia rapidamente, Berlim Oriental não apresentava o mesmo progresso.
Berlim Ocidental (organizada e em processo de reconstrução) representava o capitalismo dentro de uma Alemanha socialista.
Foi então que em 1948, Stálin, dirigente da URSS ordenou que as comunicações entre a República Federal da Alemanha e Berlim ocidental fossem cortadas. Ele achava que o isolamento facilitaria a entrada das tropas soviéticas na outra parte de Berlim. Porém, tal iniciativa não deu certo, pois uma operação com centenas de aviões levando mantimentos da RFA para Berlim Ocidental garantiu que uma continuasse ligada a outra. O Governo não teve outra escolha a não ser aceitar a situação.
Assim, Berlim Ocidental continuou a crescer e as pessoas começaram a comparar Berlim Ocidental e Berlim Oriental e viram que o capitalismo era melhor que o socialismo. Como conseqüência houve uma emigração de pessoas muito qualificadas para Berlim Ocidental e com isso Berlim Oriental ficava abandonada. Claro que o Governo da RDA se irritou e em 1961 ordenou a construção de um muro isolando Berlim Ocidental do restante da Alemanha. Era o Muro de Berlim, que é considerado um dos maiores símbolos da Guerra Fria.
Na conferência de Yalta, realizada logo após o fim da Guerra ficou estabelecida a divisão do mundo em áreas de influência, ou seja, cada parte do planeta ficaria sob o controle de uma das superpotências e uma não deveria interferir na zona de influência da outra.
A década de 50 e 60 foi marcada por momentos de tensão e intolerância, pois os dois sistemas (capitalista e socialista) eram vistos da forma mais negativa possível.Os dois países possuíam armas nucleares; porém, os dois lados estavam cientes que uma guerra naquele momento poderia destruir o mundo. Por esta razão tentavam influenciar a humanidade tomando o máximo de cuidado para não provocar uma Guerra Nuclear Internacional, como isso, a tensão diminuiu.
Ainda nos anos 60, EUA e URSS viveram a época da coexistência pacífica, ou seja, fizeram a política da boa vizinhança. Na década seguinte, Nixon e o dirigente soviético Brejnev, iniciaram uma distensão mundial assinando acordos para diminuir a corrida armamentista e selaram esse acordo com um encontro simbólico no espaço entre as naves americanas e soviéticas (1975).
Já nos anos 80 essa cordialidade foi abandonada. Com a eleição de Ronald Reagan em 1981, iniciou-se novamente o acirramento entre as potências.
Os americanos investiram alto no setor bélico deflagrando a chamada “Guerra nas Estrelas”.
Durante o segundo mandato de Reagan (1984 -1988), em 1987, foi assinado o tratado para eliminação de armas de médio e curto alcance (nessa época a URSS estava sob o comando de Gorbachev), causando um alívio aos europeus, já que o acordo implicava a desativação de grande parte das ogivas voltadas para aquele lado.
As hostilidades entre os dois países estavam quase acabando.
A Guerra Fria terminou por completo com a ruína do mundo socialista (a URSS estava destruída economicamente devido aos gastos com armamentos) e com a queda do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989.

Fontes:




domingo, 9 de maio de 2010

O surgimento da ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada oficialmente a 24 de outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia, por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial.
A primeira Assembléia Geral celebrou-se em 10 de janeiro de 1946 (em Westminster Central Hall, localizada em Londres). A sua sede atual é na cidade de Nova York. A precursora das Nações Unidas foi a Sociedade de Nações (também conhecida como Liga das Nações), organização concebida em circunstâncias similares durante a Primeira Guerra Mundial e estabelecida em 1919, em conformidade com o Tratado de Versalhes, “para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança”.
Em 2006 a ONU tem representação de 192 estados membros - cada um dos países soberanos internacionalmente reconhecidos, exceto o Vaticano, que tem qualidade de observador, e países sem reconhecimento pleno (como Taiwan, que é território reclamado pela China, mas de reconhecimento soberano por outros países). Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.

O Canadá em 1950 a 1959

Neste Período tivemos como chefes de governo: Louis St. Laurent (Liberal, 1948-1957)  e John George Diefenbaker (Conservador, 1957-1963). E como chefe de Estado: S.M. Isabel II (Casa de Windsor, 1952-actualidade). As leis que restringiam a entrada de imigrantes (e proibiam a entrada de imigrantes chineses) foram removidas em 1954, graças à importante participação de soldados de ascendência chinesa durante as guerras mundiais. Atualmente, o Canadá possui uma das populações mais diversificadas etnicamente.Nos últimos anos, o Canadá passou a se esforçar cada vez mais em resolver problemas globais, em colaboração conjunta com outras nações. Isto foi claramente demonstrado durante a Crise de Suez de 1956, quando Lester B. Pearson diminuiu tensões quando propôs esforços de paz, e a criação dos boinas azuis.




Lester Bowles Pearson





Pearson nasceu em Newtoonbrook, que atualmente faz parte da cidade de Toronto. Estudou na Universidade de Toronto, e, posteriomente, na Universidade de Oxford, Inglaterra. Lutou em ambas as guerras mundiais. Mentor das Forças de manutenção da paz das Nações Unidas, Pearson recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1957 por seu papel, como Ministro das Relações Exteriores do Canadá, na mediação da Crise de Suez, entre o Egito e as potências ocidentais. Eleito líder do Partido Liberal do Canadá em 1958 e primeiro-ministro do Canadá nas eleições nacionais de 1963, Pearson introduziu i mportantes reformas sociais como saúde pública (plano de saúde universal), Canada Pension Plan (aposentadoria) e o Canada Student Loans (empréstimos a estudantes universitários), bem como muito do atual sistema de ajuda pública nacional. Pearson também introduziu a nova Bandeira do Canadá, a Maple Leaf Flag.

Referências:
www.thecanadianencyclopedia.com/
http://library.upei.ca/  
http://www.tighsolas.ca

sábado, 8 de maio de 2010

The Great Dictator >> a crítica do cineasta inglês ao nazi-fascismo

O Grande Ditador (The Great Dictator em inglês) é um filme de 1940 do cineasta inglês Charlie Chaplin, e uma crítica aos regimes totalitários surgidos na Europa na década anterior.

A grande produção tem entre seus grandes destaques os personagens caricatos de Adolf Hitler, Adenoid Hynkel (interpretado por Chaplin), e Benito Mussolini, Benzino Napoleoni (interpretado por Jack Oakie), além de um barbeiro judeu (tembém interpretado por Chaplin), com o semblante do mais famoso dos personagens do cineasta, Carlitos, que, por mero destino da história, também semblava com o ditador alemão.

Apesar do tom satírico-brincalhão do filme, ele é uma pesada crítica aos regimes nazi-fascistas europeus da Itália e da Alemanha (enunciadas no filme como Bacteria e Tomania, respectivamente). Seu lançamento em 1940 é anterior à entrada dos Estados Unidos na guerra, em 1941.

Clique aqui para assistir ao trecho do filme em que Napoleoni chega em visita à Tomania do ditador Hynkel.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O papel canadense durante a II Guerra Mundial

O envolvimento do Canadá na Segunda Guerra Mundial começou quando o país declarou guerra à Alemanha nazista em 10 de setembro de 1939, uma semana após o Reino Unido. A Batalha do Atlântico começou imediatamente e, entre 1943-1945 o país foi conduzido por Leonard W. Murray, de New Scotland.

Forças canadenses estiveram envolvidas na defesa de Hong Kong e, em agosto de 1942, na invasão aliada da Itália. Em 1944, fez parte das forças aliadas enviadas à batalha da Normandia. Cerca de 1,1 milhões de canadenses serviram nas forças armadas da Segunda Guerra Mundial. Muitos deles servindo provenientes da Marinha Mercante canadense. Ao todo, mais de 45.000 morreram e 55.000 ficaram feridos, ou seja, tornaram-se 0,08% das vítimas durante a Segunda Guerra Mundial. Até o final da guerra, o Canadá pôde, pelo menos temporariamente, tornar-se uma potência militar.

A prosperidade voltou ao Canadá durante a Segunda Guerra Mundial, e continuou nos anos seguintes. Com sucessivos governos liberais, políticas nacionais cada vez mais voltadas para o bem-estar social, com o desenvolvimento dos cuidados da saúde canadense universal e pensões de aposentadoria e aos veteranos de guerra canadenses.

É interessante observarmos também, o contraste evidenciado pela situação do Canadá no continente americano. A proclamação de 10 de setembro, pela autoridade do Parlamento do Canadá, de um estado de guerra com a Alemanha, colocou seu território, sem reservas, na relação dos beligerantes. Contudo, nenhuma outra nação americana - apesar das observações alarmistas do coronel Lindbergh - achou que com esse passo a ameaça da guerra tinha sido trazida para mais perto de suas fronteiras. Mas não era provável que o Canadá se tornasse o foco de tais considerações estratégicas; nem também, no referente à frente ocidental, seria a sua participação na guerra capaz de provocar uma invasão ameaçadora da segurança de qualquer outro Estado americano.

Contudo, no continente europeu, se a Holanda fosse invadida, a Bélgica dificilmente poderia esperar permanecer à margem; se a Romênia entrasse na guerra, a posição de neutralidade de todos os outros Estados balcânicos estaria conseqüentemente periclitante, e o risco de que estes Estados fossem envolvidos era aumentado pelo fato de estarem ocupando uma posição estratégica, que poderia ser de primeira importância às outras potências em guerra.

Isto não quer dizer que, o seu valor estratégico, à parte dos outros fatores, fosse de qualquer modo desprezível. Sem contar a possível importância de sua posição no Pacífico, o Canadá possuía em Halifax uma base naval que era a chave do Atlântico norte. Desse porto, completado com bases nas Índias Ocidentais Britânicas, divisões navais poderiam operar no trabalho de comboios e na busca de submarinos e corsários inimigos. Na teoria, tal coisa traria a possibilidade de operações bélicas inquietadoramente perto do hemisfério americano, mas na prática, pouco mais fazia do que fornecer certas facilidades valiosas àquele controle marítimo, que as armadas britânica e francesa tinham que impor nas áreas em que fossem encontrados navios mercantes ou de guerra dos países beligerantes.

As atividades do Canadá podiam, portanto, ser olhadas sem perturbação séria pelos seus vizinhos do continente. Nem o aumento de suas forças militares, nem a criação de sua parte de indústrias de guerra os ameaçava. Sem dúvida, os planos de utilização dos recursos industriais do Canadá para a manufatura extensiva de munições poderiam, afinal, reduzir em algo a dependência em que os aliados se encontravam em relação aos Estados Unidos. Mas, entrementes, o esquema de treinamento aéreo, que visava a formação de 15.000 pilotos treinados anualmente, provavelmente exigiria a utilização em larga escala do equipamento americano; e o uso dos recursos financeiros do Canadá para a causa aliada dificilmente poderia provocar qualquer sério ressentimento da parte dos países a que as compras aliadas iriam ser feitas.

Fontes:

http://www.blogger.com/goog_712297288

http://www.blogger.com/goog_712297288

http://www.blogger.com/goog_712297288

http://www.blogger.com/goog_712297288

www.civilization.ca/

http://www.2guerra.com.br/sgm/index.php?option=com_content&task=view&id=190&Itemid=29