A crise como todos podemos ver esta se consolidando em toda estrutura econômica/social de nosso mundo globalizado. Pobre dos governantes que “pensam” estar lidando com pequenas “marolas” como é o caso de nossos governantes que até meados de Dezembro ultimo, tratavam essa Tsunami como algo que estamos preparados para enfrentá-la; enfrentar o que se nem ao certo sabemos o que estar por vir; preparados como? Se no decorrer do ano de 2008 foram criados 1.500.000 empregos e apenas em Dezembro de 2008 foram perdidos 600.000 postos de trabalhos.Infelizmente o futuro que esta por vir e o presente que hoje estamos vivendo, requer estratégias rápidas e precisas, tanto do governo como também dos empresários, não podemos ficar de braços cruzados aguardando soluções enquanto a inadimplência aumenta, os créditos ficam cada vez mais caros e restritos, postos de trabalhos e empresas vão sendo eliminados do mercado; precisamos nessa hora é de empreendedores ousados e preparados que mesmo minimizando suas margens de lucros, façam com que a “máquina” da economia não pare.Temos que ter a consciência que com a globalização a economia mundial esta estruturada como um edifício de apartamentos, independente do andar que estiver com problemas, todos os apartamentos desse edifício também sofreram com esse problema, independente se estão acima ou abaixo, e deverão juntos buscar uma solução. Entre outros profissionais, nessa hora, Administradores, Controlers, Contadores e Economistas, devem usar seus conhecimentos/ferramentas dando suporte a administração de suas empresas para que cada decisão seja mensurada e conduza a empresa para um caminho certeiro, retomando a estabilidade econômica que tanto buscamos.
O Colombo.com
América do Norte
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Primeiro Presidente Negro dos EUA
Depois de uma disputa eletrizante jamais vista nos Estados Unidos da América e no mundo, o candidato a presidência dos EUA Barack Obama é eleito com 51,8% dos votos contra 47,3% do candidato adversário.A festa em comemoração a vitória foi grande, com quase 66% dos eleitores tendo votado, não havia só um motivo para comemorar e sim vários motivos tanto pela mudança política quanto pela mudança histórica.“Foi uma longa campanha, mas, nesta noite, por causa do que nós fizemos neste dia, neste momento definidor, a mudança chegou à América”, disse Obama a mais de 200 mil apoiadores que acompanharam sua festa da vitória no Grant Park, em Chicago.A campanha não foi muito barata, tendo sido avaliada em média de 600 milhões de dólares, o que possibilitou Obama se projetar bem em todos os 50 estados. Obama assume a Casa Branca em 20 de janeiro fortalecido não apenas pela vitória esmagadora, mas pelo controle dos democratas no Congresso.“Se pessoas ainda têm dúvidas de que a América é o lugar onde as coisas são possíveis, que ainda acreditam que o sonhos dos nossos fundadores ainda estão vivos, se ainda questionam o poder da nossa democracia, esta noite é a sua resposta”, resumiu Obama. Agora basta esperar para ver se haverão reais mudanças, e se essas mudanças terão um bom impacto sobre as relações internacionais.
Ataques Terroristas aos EUA em 11 de setembro
Um poderoso e terrível ataque terrorista, ocorreu na manhã do dia 11 de Setembro de 2001 (exatamente às 8h48m e 9h03m locais), atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo, o World Trade Center, em Nova Iorque, que veio abaixo horas após ter sido parcialmente destruído por duas aeronaves comerciais Boeing 767, com um total de 157 passageiros a bordo. Eles haviam decolado de Boston (às 7h58m com 65 passageiros e às 7h59m com 92 passageiros e ambos com destino a Los Angeles).Logo em seguida outra aeronave Boeing 757 da American Airlines, que havia decolado às 8h10m do Aeroporto de Dulles em Washington, com destino a Los Angeles, com 64 ocupantes (58 passageiros, 4 comissários e 2 pilotos), atingia em cheio o prédio do Pentágono, destruindo parte do conjunto e matando muitos funcionários do governo federal americano (exatamente às 9h43m). Outra aeronave Boeing 757, que havia decolado do Aeroporto de Newark em Nova Iorque às 8h01m com destino a São Francisco, foi sequestrada e derrubada, às 10h10m, caindo em Shanksville, a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia, com 38 passageiros, 5 tripulantes e 2 pilotos (45 pessoas). No total foram quatro sequestros simultâneos, todos perfeitamente estudados e friamente consumados por terroristas árabes, provavelmente bancados pelo milionário saudita Osama Bin Laden, que hoje vive no Afeganistão e possui uma fortuna pessoal estimada de US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão se convertido à época).
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Globalização e Capitalismo
Duas palavras que chamaram a atenção de todos,principalmente políticos, administradores e economistas. Afirmam os estudiosos que a sinonímia de globalização está relacionada com as palavras totalizar e integralizar. Relaciona-se com o ato ou efeito de globalizar, já na economia política a globalização se investe numa espécie de mercado financeiro mundial criado a partir da união dos mercados de diferentes países e da quebra das fronteiras entre esses mercados. Pode ser o processo de percepção e aquisição mais sintético do que analítico, característico da estrutura mental ou psíquica da criança. Quem diria que essa sinonímia teria relação com a estrutura psíquica e mental da criança. A definição dada à globalização teve como semente frutificada em meados da década de 1980. A globalização veio para substituir os conceitos de internacionalização e transnacionalização. Na realidade a terminologia colocada à disposição dos países do primeiro não surtiu o efeito desejado. Ela já existia, mas a nominação não seria esta e segundo estudiosos ela já existia há tempos. É uma prática muito antiga. A humanidade desde os primórdios vem crescendo ou mesmo evoluindo, passando de uma pequena família para tribos, depois com a evolução as tribos forma transformadas em cidades-estados e nações. Pode-se afirmar que hoje com a quase independência de todos os povos do nosso planeta, chegamos a um fenômeno natural, denominado de “aldeia global”. O inicio da Revolução Industrial em sua primeira fase compreendeu todo o período que corresponde à metade do século XVIII. Bem como a primeira metade do século XIX. Desenvolvida com apoio no trabalho operário acompanhado de uma série de inovações tecnológicas implantadas na área industrial. O tear hidráulico, a máquina de fiar, a locomotiva a vapor, os transportes como o barco a vapor e a locomotiva a vapor foi o direcionamento a que se destinou.
Vieram às fábricas com intuito de substituir as máquinas artesanais com tecnologias capazes de produzir tecidos em quantidade bem maior em menor tempo e com maior qualidade. A indústria têxtil viria a ser o setor mais importante desse período. O capitalismo industrial tinha destinação como um regime econômico de sustentação da primeira fase da revolução Industrial, que começou no Reino Unido na segunda metade do século XVIII, como dissemos antes, marcada pela implantação de métodos e princípios que dinamizaram de forma especial o processo produtivo dos artigos manufaturados. Foi possível através da utilização de máquinas movidas a vapor, gerando pela queima do carvão mineral, a extenuante e grande fonte de energia da fase da Revolução Industrial. Falando-se em ideologia a fase da Revolução Industrial acima citada estava encravada nas convicções de uma doutrina liberal. O livre mercado era o ponto forte que deveria ser criado. Foi assim que os pensadores liberais propuseram a qualquer custo, a minimização da interferência do Estado na economia. Como toda proposta causa transformação tanto nas relações comerciais, como na divisãointernacional do trabalho. É nessa nuança que a globalização da economia se desenvolve. Em linhas gerais é criada uma relação de interdependências entre os centros industriais das grandes potências e os territórios que fornecem matéria prima, que na época tinham essa responsabilidade as colônias da Ásia, da África e das Américas. A teoria da “aldeia-global” vem de McLuhan que descreveu o efeito da rádio nos anos 20, ao trazer até nós um contato mais rápido e mais íntimo com os outros do que alguma vez acontecera antes. O termo Aldeia Global provavelmente deriva da obra de P. Wyndham Lewis, America and the Cosmic Mano, primeiro publicada em Inglaterra, em 1948, e no ano seguinte nos EUA. Nele Lewis escreve: “Os Estados Unidos são hoje uma designação errada. E dado que a soberania plural é – agora que o mundo se tornou uma grande aldeia global, com linhas de telefone estendidas de um extremo ao outro e o transporte aéreo é rápido e seguro, de qualquer forma, um pouco burlesca, a pluralidade tem implícita em si que pouco poderia ser aproveitado como um bom exemplo para o resto do mundo, pois os Estados Unidos tornaram-se a União Americana. “. Essas nuanças estão bem definidas na posição da globalização e no capitalismo, pois no frigir dos ovos um termo depende um do ouro. Segundo o que preceitua o site brasilescola os pros e contras se referem às seguintes informações: “A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo é o desemprego que, no Brasil, vem batendo um recorde atrás do outro. No caso brasileiro, a abertura foi ponto fundamental no combate à inflação e para a modernização da economia com a entrada de produtos importados, o consumidor foi beneficiado: podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade e essa oferta maior ampliou também a disponibilidade de produtos nacionais com preços menores e mais qualidade. É o que vemos em vários setores, como eletrodomésticos, carros,roupas, cosméticos e em serviços, como lavanderias, locadoras de vídeo e restaurantes. A opção de escolha que temos hoje é muito maior. Mas a necessidade de modernização e de aumento da competitividade das empresas produziu um efeito muito negativo, que foi o desemprego. Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas. O trabalhador perdeu espaço e esse é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão de obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos. A questão que se coloca nesses tempos é como identificar a aproveitar as oportunidades que estão surgindo de uma economia internacional cada vez mais integrada. Resolvemos inserir este pensamento, pois o Brasil foi mencionado e o que o sistema trouxe em benefício de nossa nação. Se houve benefício não teve grande impacto, visto que muitas improvisações tiveram que ser feitas e alguns empresários tiveram que faze das tripas corações para acompanhar o processo.
Vieram às fábricas com intuito de substituir as máquinas artesanais com tecnologias capazes de produzir tecidos em quantidade bem maior em menor tempo e com maior qualidade. A indústria têxtil viria a ser o setor mais importante desse período. O capitalismo industrial tinha destinação como um regime econômico de sustentação da primeira fase da revolução Industrial, que começou no Reino Unido na segunda metade do século XVIII, como dissemos antes, marcada pela implantação de métodos e princípios que dinamizaram de forma especial o processo produtivo dos artigos manufaturados. Foi possível através da utilização de máquinas movidas a vapor, gerando pela queima do carvão mineral, a extenuante e grande fonte de energia da fase da Revolução Industrial. Falando-se em ideologia a fase da Revolução Industrial acima citada estava encravada nas convicções de uma doutrina liberal. O livre mercado era o ponto forte que deveria ser criado. Foi assim que os pensadores liberais propuseram a qualquer custo, a minimização da interferência do Estado na economia. Como toda proposta causa transformação tanto nas relações comerciais, como na divisãointernacional do trabalho. É nessa nuança que a globalização da economia se desenvolve. Em linhas gerais é criada uma relação de interdependências entre os centros industriais das grandes potências e os territórios que fornecem matéria prima, que na época tinham essa responsabilidade as colônias da Ásia, da África e das Américas. A teoria da “aldeia-global” vem de McLuhan que descreveu o efeito da rádio nos anos 20, ao trazer até nós um contato mais rápido e mais íntimo com os outros do que alguma vez acontecera antes. O termo Aldeia Global provavelmente deriva da obra de P. Wyndham Lewis, America and the Cosmic Mano, primeiro publicada em Inglaterra, em 1948, e no ano seguinte nos EUA. Nele Lewis escreve: “Os Estados Unidos são hoje uma designação errada. E dado que a soberania plural é – agora que o mundo se tornou uma grande aldeia global, com linhas de telefone estendidas de um extremo ao outro e o transporte aéreo é rápido e seguro, de qualquer forma, um pouco burlesca, a pluralidade tem implícita em si que pouco poderia ser aproveitado como um bom exemplo para o resto do mundo, pois os Estados Unidos tornaram-se a União Americana. “. Essas nuanças estão bem definidas na posição da globalização e no capitalismo, pois no frigir dos ovos um termo depende um do ouro. Segundo o que preceitua o site brasilescola os pros e contras se referem às seguintes informações: “A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo é o desemprego que, no Brasil, vem batendo um recorde atrás do outro. No caso brasileiro, a abertura foi ponto fundamental no combate à inflação e para a modernização da economia com a entrada de produtos importados, o consumidor foi beneficiado: podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade e essa oferta maior ampliou também a disponibilidade de produtos nacionais com preços menores e mais qualidade. É o que vemos em vários setores, como eletrodomésticos, carros,roupas, cosméticos e em serviços, como lavanderias, locadoras de vídeo e restaurantes. A opção de escolha que temos hoje é muito maior. Mas a necessidade de modernização e de aumento da competitividade das empresas produziu um efeito muito negativo, que foi o desemprego. Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas. O trabalhador perdeu espaço e esse é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão de obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos. A questão que se coloca nesses tempos é como identificar a aproveitar as oportunidades que estão surgindo de uma economia internacional cada vez mais integrada. Resolvemos inserir este pensamento, pois o Brasil foi mencionado e o que o sistema trouxe em benefício de nossa nação. Se houve benefício não teve grande impacto, visto que muitas improvisações tiveram que ser feitas e alguns empresários tiveram que faze das tripas corações para acompanhar o processo.
Referências:
http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-globalizacao-mundializacao-do-capitalismo
http://www.brasilescola.com/geografia/globalizacao.htm
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O Canadá em 1960 a 1982
O Canadá é um país multicultural, onde todas as culturas são consideradas igualmente importantes, e por consequência, valorizadas por igual. O governo adotou oficialmente a política de multiculturalismo em 1971.
Devido ao seu passado colonial, a cultura do Canadá foi pesadamente influenciada pela cultura e tradições do Reino Unido e da França, bem como da Irlanda e aborígene. Dado sua proximidade com os Estados Unidos, a cultura do Canadá passou a ser pesadamente influenciada pela cultura americana a partir do século XIX. Apesar disto, a cultura canadense conseguiu desenvolver características próprias e únicas. Em muitos aspectos, uma cultura nacional mais robusta e distinta tem se desenvolvido em anos recentes, parcialmente por causa do nacionalismo cívico que se espalhou pelo país nos anos que antecederam o centenário do Canadá, em 1967, e também por causa dos incentivos do governo em estimular programas que suportem a cultura e a arte no país.
Os povos aborígenes que viviam no Canadá antes da chegada dos primeiros europeus construíram os primeiros pilares da história e cultura do Canadá. Cada nação aborígene possuía sua cultura, idioma e história. Muitas destas nações ainda existem no país. Eles pescavam, cultivavam e caçavam em todos os cantos do Canadá, e acreditavam muito na natureza, e que a existência deles (dos homens) dependia dela (da natureza). Hábeis costureiros, usavam plantas para fazer roupas e outros utensílios. Histórias passavam de geração a geração. Estes povos são a base da cultura do Canadá, e também os primeiros povos do país.
Em 1965, a folha do bordo vermelho foi oficialmente adotada na bandeira canadense, tornando-se um símbolo nacional. A folha do bordo aparece em emblemas nacionais tais como, na bandeira, no brasão de armas e nas moedas de um centavo de dólar canadense. As cores oficiais do país são branco e vermelho. O animal do Canadá é o castor, que simboliza o trabalho e a dedicação.
Até a década de 1950, o Canadá era oficialmente — e comumente — chamado de Dominion of Canada (Domínio do Canadá). À medida que o Canadá adquiriu maior autoridade e autonomia política do Reino Unido, o governo federal passou a utilizar cada vez mais somente Canada em documentos oficiais, em documentos governamentais e em tratados. Com o Canada Act de 1982, o nome oficial do país passou a ser simplesmente Canada, assim escrita nos dois idiomas oficiais do país, o inglês e o francês. Com o Canada Act, o dia da independência canadense, 1 de julho, mudou de nome, de Dominion Day para Canada Day.O Canadá é uma federação, uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar. O chefe de Estado do país é a Rainha Elisabeth II do Reino Unido. As tarefas do chefe de Estado são exercidas no Canadá por um representante, pelo governador-geral, que é geralmente um político aposentado ou um outro canadense prominente, escolhido pela rainha, através de um conselho do primeiro-ministro. Apesar de ser o chefe de Estado do país, nem o monarca britânico, nem o seu representante no Canadá, o governador-geral, possuem quaisquer poderes políticos no Canadá, embora muitas cerimônias, atos e debates das leis propostas e discutidas pelo Senado e pela Câmara dos Comuns precisem da aprovação simbólica do governador-geral. Este também abre e fecha sessões do parlamento — e dissolve o parlamento antes que uma eleição nacional seja realizada.
O governador-geral também aprova — simbolicamente — o líder de governo, o primeiro-ministro, este considerado por muitos também o chefe de Estado do país (dado o papel apenas simbólico da rainha Elisabeth II e seu representante no país). O primeiro-ministro do Canadá não é escolhido diretamente pela população, mas sim, é o líder do partido político que obtém mais votos e posições na Câmara dos Comuns. O primeiro-ministro, por sua vez, escolhe os membros do Gabinete, que são membros do partido político do primeiro-ministro, em ambas as câmaras legislativas. O poder executivo no país é exercido pelo primeiro-ministro e pelo gabinete.
O poder legislativo canadense é exercido pelo Parlamento, que é bicameral, compostos pela Câmara dos Comuns — cujos membros são diretamente escolhidos pela população — e pelo Senado, cujos membros são escolhidos pelo governador-geral, a conselho do Primeiro-Ministro do Canadá. Para que leis entrem em vigor no país, votos de ambas as câmaras são necessários, embora a Câmara dos Comuns, também chamada de Câmara Inferior, é sensivelmente mais poderosa do que o Senado, também chamado de Câmara Superior. Os membros da Câmara dos Comuns possuem mandatos que expiram em uma nova eleição — que acontece a cada quatro anos, podendo concorrer à reeleição quantas vezes quiserem. Já os membros do Senado são indicados pelo primeiro-ministro (e aprovados simbolicamente pelo governador-geral) regularmente, e atuam no Senado até completarem 75 anos de idade, ou até quando decidirem renunciar.
Referências:
www.thecanadianencyclopedia.com/
http://library.upei.ca/
http://www.tighsolas.ca
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O ínicio da Guerra Fria e suas causas
Ao término da Segunda Guerra, os EUA eram o país mais rico do mundo, porém eles teriam que enfrentar um rival, ou seja, o segundo país mais rico do mundo: a URSS. Tanto os EUA (capitalista) como a URSS (socialista), tinham idéias contrárias para a reconstrução do equilíbrio mundial, foi então que começou uma grande rivalidade entre esses dois países. Quem era melhor? Esse conflito de interesses que assustou o mundo ficou conhecido como Guerra Fria. Tanto os EUA criticavam o socialismo quanto a URSS criticava o capitalismo.
Europa Ocidental, Canadá e Japão se aliaram aos EUA enquanto que a Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Bulgária, Albânia, parte da Alemanha e a China se uniram com a URSS.
Na década de 50 e 60 houve a chamada corrida armamentista. Quem seria capaz de produzir tecnologias bélicas mais modernas, EUA ou URSS? Mesmo assim, esses dois países jamais se enfrentaram com armas durante a Guerra Fria, embora apoiassem guerras entre países menores (cada superpotência apoiando um dos lados rivais), como por exemplo, na Guerra da Coréia entre 1950 e 1953.
Na tentativa de provar que o seu sistema era melhor do que o outro, cada lado fez as suas investidas, a URSS enviou um homem (Yuri Gagárin) ao espaço, enquanto os EUA enviaram Neil Armstrong à Lua.
Estas disputas continuavam para ver quem era o melhor, atingindo inclusive a área dos esportes. Nas Olimpíadas, por exemplo, os dois países lutavam para ver quem ganhava mais medalhas de ouro.
No final da Segunda Guerra, a Alemanha foi invadida por todos os lados; além de ter sido separada da Áustria, ficando assim dividida em dois países:
- Alemanha Ocidental (ou República Federal da Alemanha – RFA) – capitalista
- Alemanha Oriental (ou República Democrática Alemã – RDA) – governada pelos comunistas.
A antiga capital – Berlim, que se localizava no interior da Alemanha Oriental, também ficou dividida em dois:
- Berlim Oriental (tornou-se a capital da RDA)
- Berlim Ocidental (tornou-se uma ilha capitalista cercada de socialismo).
A briga continuava. Os EUA resolveram ajudar Berlim Ocidental a se reerguer e para isso investiram milhões de dólares na reconstrução da cidade, porém enquanto Berlim Ocidental se reerguia rapidamente, Berlim Oriental não apresentava o mesmo progresso.
Berlim Ocidental (organizada e em processo de reconstrução) representava o capitalismo dentro de uma Alemanha socialista.
Foi então que em 1948, Stálin, dirigente da URSS ordenou que as comunicações entre a República Federal da Alemanha e Berlim ocidental fossem cortadas. Ele achava que o isolamento facilitaria a entrada das tropas soviéticas na outra parte de Berlim. Porém, tal iniciativa não deu certo, pois uma operação com centenas de aviões levando mantimentos da RFA para Berlim Ocidental garantiu que uma continuasse ligada a outra. O Governo não teve outra escolha a não ser aceitar a situação.
Assim, Berlim Ocidental continuou a crescer e as pessoas começaram a comparar Berlim Ocidental e Berlim Oriental e viram que o capitalismo era melhor que o socialismo. Como conseqüência houve uma emigração de pessoas muito qualificadas para Berlim Ocidental e com isso Berlim Oriental ficava abandonada. Claro que o Governo da RDA se irritou e em 1961 ordenou a construção de um muro isolando Berlim Ocidental do restante da Alemanha. Era o Muro de Berlim, que é considerado um dos maiores símbolos da Guerra Fria.
Na conferência de Yalta, realizada logo após o fim da Guerra ficou estabelecida a divisão do mundo em áreas de influência, ou seja, cada parte do planeta ficaria sob o controle de uma das superpotências e uma não deveria interferir na zona de influência da outra.
A década de 50 e 60 foi marcada por momentos de tensão e intolerância, pois os dois sistemas (capitalista e socialista) eram vistos da forma mais negativa possível.Os dois países possuíam armas nucleares; porém, os dois lados estavam cientes que uma guerra naquele momento poderia destruir o mundo. Por esta razão tentavam influenciar a humanidade tomando o máximo de cuidado para não provocar uma Guerra Nuclear Internacional, como isso, a tensão diminuiu.
Ainda nos anos 60, EUA e URSS viveram a época da coexistência pacífica, ou seja, fizeram a política da boa vizinhança. Na década seguinte, Nixon e o dirigente soviético Brejnev, iniciaram uma distensão mundial assinando acordos para diminuir a corrida armamentista e selaram esse acordo com um encontro simbólico no espaço entre as naves americanas e soviéticas (1975).
Já nos anos 80 essa cordialidade foi abandonada. Com a eleição de Ronald Reagan em 1981, iniciou-se novamente o acirramento entre as potências.
Os americanos investiram alto no setor bélico deflagrando a chamada “Guerra nas Estrelas”.
Durante o segundo mandato de Reagan (1984 -1988), em 1987, foi assinado o tratado para eliminação de armas de médio e curto alcance (nessa época a URSS estava sob o comando de Gorbachev), causando um alívio aos europeus, já que o acordo implicava a desativação de grande parte das ogivas voltadas para aquele lado.
As hostilidades entre os dois países estavam quase acabando.
A Guerra Fria terminou por completo com a ruína do mundo socialista (a URSS estava destruída economicamente devido aos gastos com armamentos) e com a queda do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989.
Fontes:
domingo, 9 de maio de 2010
O surgimento da ONU
A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada oficialmente a 24 de outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia, por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial.
A primeira Assembléia Geral celebrou-se em 10 de janeiro de 1946 (em Westminster Central Hall, localizada em Londres). A sua sede atual é na cidade de Nova York. A precursora das Nações Unidas foi a Sociedade de Nações (também conhecida como Liga das Nações), organização concebida em circunstâncias similares durante a Primeira Guerra Mundial e estabelecida em 1919, em conformidade com o Tratado de Versalhes, “para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança”.
Em 2006 a ONU tem representação de 192 estados membros - cada um dos países soberanos internacionalmente reconhecidos, exceto o Vaticano, que tem qualidade de observador, e países sem reconhecimento pleno (como Taiwan, que é território reclamado pela China, mas de reconhecimento soberano por outros países). Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.
O Canadá em 1950 a 1959
Neste Período tivemos como chefes de governo: Louis St. Laurent (Liberal, 1948-1957) e John George Diefenbaker (Conservador, 1957-1963). E como chefe de Estado: S.M. Isabel II (Casa de Windsor, 1952-actualidade). As leis que restringiam a entrada de imigrantes (e proibiam a entrada de imigrantes chineses) foram removidas em 1954, graças à importante participação de soldados de ascendência chinesa durante as guerras mundiais. Atualmente, o Canadá possui uma das populações mais diversificadas etnicamente.Nos últimos anos, o Canadá passou a se esforçar cada vez mais em resolver problemas globais, em colaboração conjunta com outras nações. Isto foi claramente demonstrado durante a Crise de Suez de 1956, quando Lester B. Pearson diminuiu tensões quando propôs esforços de paz, e a criação dos boinas azuis.
Lester Bowles Pearson
Pearson nasceu em Newtoonbrook, que atualmente faz parte da cidade de Toronto. Estudou na Universidade de Toronto, e, posteriomente, na Universidade de Oxford, Inglaterra. Lutou em ambas as guerras mundiais. Mentor das Forças de manutenção da paz das Nações Unidas, Pearson recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1957 por seu papel, como Ministro das Relações Exteriores do Canadá, na mediação da Crise de Suez, entre o Egito e as potências ocidentais. Eleito líder do Partido Liberal do Canadá em 1958 e primeiro-ministro do Canadá nas eleições nacionais de 1963, Pearson introduziu i mportantes reformas sociais como saúde pública (plano de saúde universal), Canada Pension Plan (aposentadoria) e o Canada Student Loans (empréstimos a estudantes universitários), bem como muito do atual sistema de ajuda pública nacional. Pearson também introduziu a nova Bandeira do Canadá, a Maple Leaf Flag.
Referências:
www.thecanadianencyclopedia.com/
http://library.upei.ca/
http://www.tighsolas.ca
sábado, 8 de maio de 2010
The Great Dictator >> a crítica do cineasta inglês ao nazi-fascismo
O Grande Ditador (The Great Dictator em inglês) é um filme de 1940 do cineasta inglês Charlie Chaplin, e uma crítica aos regimes totalitários surgidos na Europa na década anterior.
A grande produção tem entre seus grandes destaques os personagens caricatos de Adolf Hitler, Adenoid Hynkel (interpretado por Chaplin), e Benito Mussolini, Benzino Napoleoni (interpretado por Jack Oakie), além de um barbeiro judeu (tembém interpretado por Chaplin), com o semblante do mais famoso dos personagens do cineasta, Carlitos, que, por mero destino da história, também semblava com o ditador alemão.
Apesar do tom satírico-brincalhão do filme, ele é uma pesada crítica aos regimes nazi-fascistas europeus da Itália e da Alemanha (enunciadas no filme como Bacteria e Tomania, respectivamente). Seu lançamento em 1940 é anterior à entrada dos Estados Unidos na guerra, em 1941.
Clique aqui para assistir ao trecho do filme em que Napoleoni chega em visita à Tomania do ditador Hynkel.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O papel canadense durante a II Guerra Mundial
O envolvimento do Canadá na Segunda Guerra Mundial começou quando o país declarou guerra à Alemanha nazista em 10 de setembro de 1939, uma semana após o Reino Unido. A Batalha do Atlântico começou imediatamente e, entre 1943-1945 o país foi conduzido por Leonard W. Murray, de New Scotland.
Forças canadenses estiveram envolvidas na defesa de Hong Kong e, em agosto de 1942, na invasão aliada da Itália. Em 1944, fez parte das forças aliadas enviadas à batalha da Normandia. Cerca de 1,1 milhões de canadenses serviram nas forças armadas da Segunda Guerra Mundial. Muitos deles servindo provenientes da Marinha Mercante canadense. Ao todo, mais de 45.000 morreram e 55.000 ficaram feridos, ou seja, tornaram-se 0,08% das vítimas durante a Segunda Guerra Mundial. Até o final da guerra, o Canadá pôde, pelo menos temporariamente, tornar-se uma potência militar.
A prosperidade voltou ao Canadá durante a Segunda Guerra Mundial, e continuou nos anos seguintes. Com sucessivos governos liberais, políticas nacionais cada vez mais voltadas para o bem-estar social, com o desenvolvimento dos cuidados da saúde canadense universal e pensões de aposentadoria e aos veteranos de guerra canadenses.
É interessante observarmos também, o contraste evidenciado pela situação do Canadá no continente americano. A proclamação de 10 de setembro, pela autoridade do Parlamento do Canadá, de um estado de guerra com a Alemanha, colocou seu território, sem reservas, na relação dos beligerantes. Contudo, nenhuma outra nação americana - apesar das observações alarmistas do coronel Lindbergh - achou que com esse passo a ameaça da guerra tinha sido trazida para mais perto de suas fronteiras. Mas não era provável que o Canadá se tornasse o foco de tais considerações estratégicas; nem também, no referente à frente ocidental, seria a sua participação na guerra capaz de provocar uma invasão ameaçadora da segurança de qualquer outro Estado americano.
Contudo, no continente europeu, se a Holanda fosse invadida, a Bélgica dificilmente poderia esperar permanecer à margem; se a Romênia entrasse na guerra, a posição de neutralidade de todos os outros Estados balcânicos estaria conseqüentemente periclitante, e o risco de que estes Estados fossem envolvidos era aumentado pelo fato de estarem ocupando uma posição estratégica, que poderia ser de primeira importância às outras potências em guerra.
Isto não quer dizer que, o seu valor estratégico, à parte dos outros fatores, fosse de qualquer modo desprezível. Sem contar a possível importância de sua posição no Pacífico, o Canadá possuía em Halifax uma base naval que era a chave do Atlântico norte. Desse porto, completado com bases nas Índias Ocidentais Britânicas, divisões navais poderiam operar no trabalho de comboios e na busca de submarinos e corsários inimigos. Na teoria, tal coisa traria a possibilidade de operações bélicas inquietadoramente perto do hemisfério americano, mas na prática, pouco mais fazia do que fornecer certas facilidades valiosas àquele controle marítimo, que as armadas britânica e francesa tinham que impor nas áreas em que fossem encontrados navios mercantes ou de guerra dos países beligerantes.
As atividades do Canadá podiam, portanto, ser olhadas sem perturbação séria pelos seus vizinhos do continente. Nem o aumento de suas forças militares, nem a criação de sua parte de indústrias de guerra os ameaçava. Sem dúvida, os planos de utilização dos recursos industriais do Canadá para a manufatura extensiva de munições poderiam, afinal, reduzir em algo a dependência em que os aliados se encontravam em relação aos Estados Unidos. Mas, entrementes, o esquema de treinamento aéreo, que visava a formação de 15.000 pilotos treinados anualmente, provavelmente exigiria a utilização em larga escala do equipamento americano; e o uso dos recursos financeiros do Canadá para a causa aliada dificilmente poderia provocar qualquer sério ressentimento da parte dos países a que as compras aliadas iriam ser feitas.
Fontes:
http://www.blogger.com/goog_712297288
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http://www.2guerra.com.br/sgm/index.php?option=com_content&task=view&id=190&Itemid=29
As atividades do Canadá podiam, portanto, ser olhadas sem perturbação séria pelos seus vizinhos do continente. Nem o aumento de suas forças militares, nem a criação de sua parte de indústrias de guerra os ameaçava. Sem dúvida, os planos de utilização dos recursos industriais do Canadá para a manufatura extensiva de munições poderiam, afinal, reduzir em algo a dependência em que os aliados se encontravam em relação aos Estados Unidos. Mas, entrementes, o esquema de treinamento aéreo, que visava a formação de 15.000 pilotos treinados anualmente, provavelmente exigiria a utilização em larga escala do equipamento americano; e o uso dos recursos financeiros do Canadá para a causa aliada dificilmente poderia provocar qualquer sério ressentimento da parte dos países a que as compras aliadas iriam ser feitas.
Fontes:
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
EUA na 2ª Guerra Mundial
Quando o conflito se iniciou na Europa em 1939, os Estados Unidos introduziram a política de "dinheiro e pagamento", que requeria que o Estado comprador enviasse seus próprios navios para a compra. Então no verão de 1940, quando começou a batalha da Inglaterra, o presidente Franklin D. Roosevelt autorizou o acordo para entregar destróieres. Ainda assim, a ajuda era inadequada e o congresso americano aceitou o programa de leasing em 1941. No mesmo ano os japoneses atacaram Pearl Harbor. A maioria dos estrategistas americanos deu prioridade para o teatro de guerra europeu, apesar dos Estados Unidos terem perdido muitas batalhas no Pacífico. O ponto de virada foi a batalha de Midway em meados de 1942 quando forças americanas destruíram 3 porta-aviões japoneses. Depois que as forças americanas tomaram a iniciativa, sob o comando do general Douglas Macarthur eles adotaram o A estratégia de atacar ilha por ilha. Finalmente, quando os americanos jogaram duas bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, Tokyo pediu o armistício. Enquanto isso as tropas anglo-americanas chegaram na África, então em julho de 1943 na Sicília, e em setembro de 1943 na Itália continental. Entretanto, a verdadeira mudança veio com o desembarque na Normandia no dia 6 de junho de 1943. Os lideres dos maiores países aliados tiveram três encontros durante a guerra. O primeiro em Teheran entre novembro e dezembro de 1943. Yalta em fevereiro de 1945 e, finalmente, Postdam entre julho e agosto de 1945. Apenas o líder soviético esteve nas três conferências do começo ao fim. Os Estados Unidos foram representados por Truman na última conferência.
Referencia:
segunda-feira, 5 de abril de 2010
O Canadá de 1930 a 1938
O Canadá obteve sua independência a 1 de julho de 1867, do Reino Unido, através da união de três colônias britânicas, a Província do Canadá (atual Ontário e Quebec), a Nova Brunswick e a Nova Escócia. O Ministério das Relações Exteriores do Canadá, porém, continuou a ser controlado pelo Reino Unido. Em 1931, segundo os termos do Estatuto de Westminster, o Canadá adquiriu soberania sobre seu Ministério das Relações Exteriores, e qualquer ato aprovado pelo Parlamento do Reino Unido não teria efeito no Canadá sem o consentimento deste. Para o Canadá o Estatuto de Westminster tem sido chamado de sua declaração de independência.
On to Ottawa Trek (1935); Regina Riot, 1 July 1935
Fontes:
http://www.tighsolas.ca/http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_do_Canad%C3%A1
www.civilization.ca/
domingo, 4 de abril de 2010
Tempos Modernos >> A sátira de Chaplin ao mundo capitalista em crise
Chaplin explora em sua obra a recente crise capitalista de 1929 e satirisa a sociedade da época em suas lutas sindicais contra o capital, a exploração do trabalho e a repressão do Estado às manifestações dos trabalhadores.
Após a crise de 29 e o fechamento das fábricas ,muitas pessoas perderam seus empregos e ficaram a mercê do grande patronado empresarial, especialmente nos Estados Unidos.
Chaplin também critica às condições de trabalho da época, em que tentava-se extrair dos homens trabalho como se fossem máquinas.
Fonte da imagem:
sexta-feira, 2 de abril de 2010
A Crise de 1929
A crise de 1929 ocorreu principalmente devido a grande produção de armas dos Estados Unidos da América que visavam a atender aos países envolvidos na Primeira Guerra Mundial, países geralmentes pertencentes a Europa e que provavelmente eram assistenciados pelos Estados Unidos, essa crise ocorreu devido a grande produção excessiva de armas no período final da guerra onde a Europa parou de importar e como os Estados Unidos também exportavam alimentos e outras coisas, eles começaram a perder a procura mas a produçao era tão grande que fez com que a bolsa de valores de Nova Iorque quebrasse.
Referencias:
quinta-feira, 1 de abril de 2010
O Canadá de 1920 a 1929
Na década de 1920, atividades de mineração e de exploração da floresta canadense deram bases à expansão da indústria e ao desenvolvimento da eletricidade a combustão interna.
Após a primeira guerra mundial, os cidadãos dos domínios autônomos começaram a desenvolver um forte sentimento de identidade e, a partir da Declaração Balfour de 1926, o governo britânico expressou sua vontade de garantir a plena autonomia a estes domínios.
The Collapse - “Black Tuesday” 29 October 1929
Em 1931 o parlamento britânico aprovou o Estatuto de Westminster, através do qual se reconhecia a autonomia do Canadá e de outros domínios. Nesses anos, a Grande Depressão já mostrava seus efeitos devastadores no país — desemprego, miséria, fome. Estes efeitos apenas terminariam com o início da Segunda Guerra Mundial, na qual novamente o Canadá desempenhou um importante papel em seu decorrer.
Fontes:
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